Eu nunca precisei fingir que sou uma pessoa boa, não sou e pronto. Nunca precisei fingir que eu não to nem aí quando eu to mais do que aqui. Não faz meu tipo. Me esforço às vezes pra ser romântica, pra acreditar nos planos, pra acreditar nas pessoas, mas isso quase nunca acontece. Eu nunca acreditei no ‘pra sempre’, mas acredito no ‘presente’. Meus conceitos mudam, mas meus gostos não. Nunca chorei pra convencer. Talvez porque não faça questão de convencer. Ou, como eu mesmo digo, sou direta, fria e seca. E nada disso é novidade pra ninguém. É só o meu jeito. Rio de Janeiro, Brasil.
(via fodaseopadrao)